A artista plástica Priscila Davanzo lançou em 2005 um projeto artístico inovador em S. Paulo: por meio de cartazes,  Priscila chamou pessoas que estivessem dispostas a terem sua pele superficialmente cortadas para que o sangue fosse impresso em folhas de papel canson, formando desenhos inusitados. Ela intitulou o projeto de D.N.A. Reimpressões e a técnica dos cortes superficiais de Somatogravura. O projeto foi gravado por uma equipe e por ser visto abaixo.

 A idéia é de que o corpo é uma matriz artística que se auto renova e que pode criar formas e desenhos diferentes, sempre.

Interessante porque não se limita a um pedaço de pedra ou madeira, expandindo a arte para um corpo vivo, mutante, cheio de desejos, vontades, medos. E a arte não é algo que expressa desejos, vontades e medos?

Genial!