A artista plástica Priscilla Davanzo lançou em 2002 um projeto artístico inovador em S. Paulo: por meio de cartazes, Priscila chamou pessoas que estivessem dispostas a terem sua pele superficialmente cortadas para que o sangue fosse impresso em folhas de papel canson, formando desenhos inusitados. Ela intitulou o projeto de ”d.n.a.” e a técnica dos cortes superficiais de Somatogravura. O projeto foi gravado em formato de documentário em videopoesia por Fábia Fuzeti, intilado de “D.N.A. Reimpressões” e pode ser visto abaixo.
A idéia é de que o corpo é uma matriz artística que se auto renova e que pode criar formas e desenhos diferentes, sempre.
Interessante porque não se limita a um pedaço de pedra ou madeira, expandindo a arte para um corpo vivo, mutante, cheio de desejos, vontades, medos. E a arte não é algo que expressa desejos, vontades e medos?
Genial!
Julho 16, 2008 at 8:38 pm
olha que legal!
alguns toquezinhos:
1] o nome do projeto é “d.n.a.” mesmo e o nome do documentário em videopoesia da fabia fuzeti é “D.N.A. Reimpressões”.
2] a data da primeira versão do “d.n.a.” foi de 2002, quando apresentei o projeto para minha monografia em gravura I… em 2005 ele foi remontado, pois fui convidada para uma sala especial na bienal de gravura de santo andré.
bem, acho que é isso…
obrigada pela força e pelo carinho!
beijocas
<3
Julho 19, 2008 at 5:39 pm
post retificado após ajuda da autora da obra!
acontece gente, nas melhores famílias e blogues!
[]´s