Não queria que este fosse mais um blog, dentre os milhões que existem na Internet.
Queria que ele fosse, especial, diferente, que tivesse minha cara, meu jeito. Que fosse uma extensão da minha personalidade.
Por isso, eu demorei para criá-lo. Demorei para ter idéias e escrevê-las.
Ah! A imaturidade…
Não posso querer que um blog se destaque numa blogosfera tão populosa.
Nem que ele seja a extensão da personalidade de ninguém. Nem que nele estejam escritas as receitas da felicidade e gozo eternos.
Um blog é um blog, como um charuto é um charuto.
Mas num segundo olhar, eu consegui sim transpor minha personalidade aqui (ou algumas partes dela). E tenho tentado escrever com felicidade e gozo (o eterno é por conta do leitor).
Não. Nem todo charuto é só um charuto.
Aqui neste espaço estão minhas páginas arrancadas.
E elas não são só páginas arrancadas. São minhas. Como podiam ser de qualquer um.
E por este simples fato, já são especiais.
Setembro 4, 2007 at 4:25 am
o eterno fica por conta do leitor
Setembro 13, 2007 at 1:52 am
Realmente, Freud que me desculpe!!! Anos trabalhando com a saude mental alheia, achando graça da tirada de Freud e do fora a psicanalise: “um charuto as vezes é apenas um charuto”… Mas qual nao foi a minha recente surpresa ao saber que o autor de tal frase nao foi o querido Sigmund, mas sim nosso Yung!!!
O que me faz crer, que o charuto fica por conta dos psicanalistas que sempre verão outras coisas nas bocas, maos e cabeças das pessoas; enquanto que para todos os outros bem resolvidos, continuaremos apenas a fumar um bom charuto!