Não queria que este fosse mais um blog, dentre os milhões que existem na Internet.

Queria que ele fosse, especial, diferente, que tivesse minha cara, meu jeito. Que fosse uma extensão da minha personalidade.

Por isso, eu demorei para criá-lo. Demorei para ter idéias e escrevê-las.

Ah! A imaturidade…

Não posso querer que um blog se destaque numa blogosfera tão populosa.

Nem que ele seja a extensão da personalidade de ninguém. Nem que nele estejam escritas as receitas da felicidade e gozo eternos.

Um blog é um blog, como um charuto é um charuto.

Mas num segundo olhar, eu consegui sim transpor minha personalidade aqui (ou algumas partes dela). E tenho tentado escrever com felicidade e gozo (o eterno é por conta do leitor).

Não. Nem todo charuto é só um charuto.

Aqui neste espaço estão minhas páginas arrancadas.

E elas não são só páginas arrancadas. São minhas. Como podiam ser de qualquer um.

E por este simples fato, já são especiais.